Lugar Infinito
Instituição: CAM — Centro de Arte Moderna Gulbenkian, programa Lugar, segunda edição
Ano lectivo: 2023/2024, nove meses, sessões quinzenais
Escola: Agrupamento Marquesa de Alorna, seis turmas dos 3.º e 4.º anos, 142 alunos
Coordenação: Andreia Dias. Mediadoras: Mariana Faria e Andreia Coutinho
Resultado: instalação site-specific, Jardim Gulbenkian, inaugurada 26 de Junho de 2024
Lugar Infinito nasceu de nove meses de trabalho com 142 alunos de seis turmas do 3.º e 4.º ano do Agrupamento Marquesa de Alorna, em Lisboa. Partindo de sessões quinzenais ao longo do ano lectivo de 2023/2024, tanto o artista como as mediadoras culturais do CAM desafiaram os alunos a trabalhar vários temas de cidadania, baseados nos temas de biografia colectiva e pessoal.
Inserido dentro do programa Fábrica de Projectos do Centro de Arte Moderna Gulbenkian (CAM), nesta segunda edição os temas explorados no corpo de trabalho de Fidel Évora serviram de inspiração para a instalação no Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian.
Ao longo do ano, o trabalho com as turmas das escolas EB1 Mestre Arnaldo Louro de Almeida, EB1 S. Sebastião e EB1 Querubim Lapa avançou com sessões de debate e criação colectiva. Explorando a identidade biográfica, cultural e social, ou questões de cidadania e justiça social, o projecto converteu a escola em museu e vice-versa, desafiando assim os dois espaços
a transformarem-se em territórios mais próximos das suas raízes, o de um pensamento infinito.
Todo o processo culminou numa instalação site-specific concebida para o Jardim Gulbenkian, inaugurada a 26 de Junho com uma conversa pública com os próprios participantes.
O projecto foi coordenado, do lado do CAM, por Andreia Dias, com mediação de Mariana Faria e Andreia Coutinho, e envolveu os professores Bruno Fernandes, Catarina Matos, Conceição Ramos, Sílvia Lino, Taís Kabat Holtz e Vera Camacho. A fotografia é de Pedro Pina.
A fotografia é de Pedro Pina.